sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson morre aos 50 anos





Michael Jackson, considerado o Rei do Pop, morreu na tarde desta quinta-feira (25) após sofrer parada cardíaca e ser levado às pressas para o hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles. O cantor de 50 anos não estava respirando quando os paramédicos chegaram à sua casa e deu entrada no hospital em estado de coma.

A morte de Jackson foi confirmada pelo porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles, Fred Corral, em entrevista à rede de TV CNN pouco antes das 20h30, horário de Brasília.

Discografia

Michael Jackson gravou nove álbuns solo de 1972 a 2001. Confira a discografia completa do rei do pop:

- 1972 - "Got to be there", Motown
- 1972 - "Ben", Motown
- 1973 - "Music and Me", Motown
- 1975 - "Forever, Michael", Motown
- 1979 - "Off the wall", Epic
- 1982 - "Thriller", Epic
- 1987 - "Bad", Epic
- 1991 - "Dangerous", Epic
- 1995 - "HIStory, past, present, future", Epic
- 2001 - "Invincible", Epic.


G1

domingo, 15 de março de 2009

Poesia


Navio Negreiro de Castro Alves
Uma das obras mais importantes do poeta

fotografia de Castro Alves
Foto do poeta Castro Alves


I

'Stamos em pleno mar. Doudo no espaço
Brinca o luar - dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.

'Stamos em pleno mar. Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
- Constelações do líquido tesouro...

'Stamos em pleno mar. Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...

'Stamos em pleno mar. Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo - o mar em cima - o firmamento.
E no mar e no céu - a imensidade!

Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa!

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!

Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra - é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar - doudo cometa!

Albatroz! Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz! Albatroz! dá-me estas asas.


II

Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após.

Do Espanhol as cantilenas
Requebradas de langor,
Lembram as moças morenas,
As andaluzas em flor!
Da Itália o filho indolente
Canta Veneza dormente,
- Terra de amor e traição,
Ou do golfo no regaço
Relembra os versos de Tasso,
Junto às lavas do vulcão!

O Inglês - marinheiro frio,
Que ao nascer no mar se achou,
(Porque a Inglaterra é um navio,
Que Deus na Mancha ancorou),
Rijo entoa pátrias glórias,
Lembrando, orgulhoso, histórias
De Nelson e de Aboukir.. .
O Francês - predestinado -
Canta os louros do passado
E os loureiros do porvir!

Os marinheiros Helenos,
Que a vaga jônia criou,
Belos piratas morenos
Do mar que Ulisses cortou,
Homens que Fídias talhara,
Vão cantando em noite clara
Versos que Homero gemeu ...
Nautas de todas as plagas,
Vós sabeis achar nas vagas
As melodias do céu!

III

Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais, inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí. Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!

IV

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...

V

Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!

Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são? Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!...

São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . .

São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma - lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael.

Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis...
Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
Adeus, ó choça do monte,
Adeus, palmeiras da fonte!...
Adeus, amores... adeus!...

Depois, o areal extenso...
Depois, o oceano de pó.
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer.

Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão!
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...

Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!...

Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus,
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus?!...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Do teu manto este borrão?
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! ...

VI

Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...

Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!




sábado, 28 de fevereiro de 2009

100% Chicletão









Se Me Chamar Eu Vou

Composição: Tonho Matéria/ Buzziga

Se quer me levar amor
Me leve pro horizonte
Do caminho bem distante
Aonde exista só nós dois

Estou feliz
Com o coração palpitando
Você me tem
Sempre em todos os seus planos

Penso contente em você
Quando preciso te ver
Vou à rua fico na lua
À procura do teu sinal

Se me chamar eu vou
Ao som que furta cor
Que furta coração
Que leva emoção, eu vou, eu vou

Se teu beijo cair lá do céu
Que caia por cima de mim
E todo lampejo de mel
Que caia por cima de mim amor


Vem


Composição: Bell Marques/Wadinho Marques




Ê, ê, ê, ê, ô
Ê, ê, ê... ê, ô, ê, ô
Vem
O amor é um vício que a vida tem
Onde nasce se rompe no choro de alguém
Sem eco no fundo desse amor
Olha o que eu sou pra você, oh, meu bem
Só me dê alegria pra eu viver
Meu amor, meu amor, não me deixe sozinho
Pois a vida é uma só
Nossa vida é uma só
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, ê, ô, ô, ô
Lá, lá, lá, lá, lá, ê, ô, ê, ô
Vem
Esquece meus erros perdoa e vem
Deixe de pirraça, me abraça e vem
Tudo de faz pelos braços de alguém


Selva Branca


Composição: Carlinhos Brown


Pra te espiar
Eu dou a volta no seu muro
Eu pulo seu muro

Pra te encontrar
Eu dou a volta no seu mundo
Eu mudo seu mundo

Faço o que quiser de brincadeira
Carrossel no céu, selva branca

E nascer em cada estrela a novidade
Que o muro do seu mundo era saudade
Porque não dizer, posso derreter

Moranguinho no copinho
Esperando por você

Quanto mais sorvete
Quero seu calor
Quanto mais desejos de amor

Quanto mais sorvete
Quero seu calor
Quanto mais desejos de amor



Diga Que Valeu

Composição: Fredson

Um beijo em você eu quero dar
Saudade presa no meu coração
Eu ando louco alucinado
Muito doido e apaixonado por você
É pena que esse amor
Não possa mais ficar
É pena que esse amor
Não vai poder se eternizar

Então diga que valeu
O nosso amor valeu demais
Foi lindo, ficou pra trás
Então diga que valeu
O nosso amor valeu demais
Que pena,ficou pra trás


Faz tanto tempo que eu te conheço
Mas você mudou comigo
Faz tanto tempo que eu te conheço
Mas você mudou comigo
Minha flor bonita, minha linda flor
Minha flor bonita, minha linda flor

Um beijo em você eu quero dar
Saudade presa no meu coração
Eu ando louco alucinado
Muito doido e apaixonado por você
É pena que esse amor
Não possa mais ficar
É pena que esse amor
Não vai poder se eternizar

Então diga que valeu
O nosso amor valeu demais
foi lindo, ficou pra trás
Então diga que valeu
O nosso amor valeu demais
Que pena, ficou pra trás


Eu Quero Esse Amor


Eu vou voar atrás desse amor
Vou encontrar seja onde for
Eu quero esse amor
Eu quero esse amor
Eu quero esse amor

Eu preciso encontrar um amor
Que me deixe arrasado na cama
Um amor que desperte um desejo

Um amor que me cale com um beijo
Um amor que mova montanha
Um amor que não tenha capricho

Um amor que me jogue no lixo
Um amor que esmague meu peito
Pode ser um amor infiel ou então que me leve pro céu
Um amor que me pegue de jeito

Eu vou voar atrás desse amor
Vou encontrar seja onde for
Eu quero esse amor
Eu quero esse amor
Eu quero esse amor

Eu preciso encontrar um amor
Que me deixe arrasado na cama
Um amor que desperte um desejo

Um amor que me cale com um beijo
Um amor que mova montanha
Um amor que não tenha capricho

Um amor que me jogue no lixo
Um amor que esmague meu peito
Pode ser um amor infiel ou então que me leve pro céu
Um amor que me pegue de jeito

Eu vou voar atrás desse amor
Vou encontrar seja onde for
Eu quero esse amor
Eu quero esse amor
Eu quero esse amor


Um amor que bagunce minha vida
Que sufoque e não deixe saída
Ou então que acalme o meu coração
Não importa eu quero encontrar um amor
É melhor do que a solidão!



100% Você

Composição: Beto Garrido / Alexandre Peixe


Vai vai vai vai!
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...

Um céu sem estrelas
Uma praia sem mar
Amor sem carinho
Romance sem par
Carnaval sem festa
Um jardim sem flor
É assim que eu me sinto
Longe do seu amor...

Como enganar o coração
Tão ligado nesse amor
Como viver a minha vida
Sem teu jeito sedutor
Não dá mais prá segurar
Tô viciado em você...

Não dá...Não dá...
Prá ficar
Prá ficar
Sem te ver
Já estou ficando louco
Não dá...Não dá...
Prá ficar
Prá ficar
Sem te ver
Sou 100% você!

Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...

Estrada sem rumo
Saudade sem dor
TV sem novela
Arco-íris sem cor
Chiclete sem Nana
Verão sem calor
É assim que eu me sinto
Longe do seu amor...

Como enganar o coração
Tão ligado nesse amor
Como viver a minha vida
Sem teu jeito sedutor
Não dá mais prá segurar
Tô viciado em você...

Não dá...Não dá..
Prá ficar
Prá ficar
Sem te ver
Já estou ficando louco
Não dá...Não dá..
Prá ficar
Prá ficar
Sem te ver
Sou 100% você!

Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...


Que Força é Essa

Composição: Bell Marques / Wadinho Marques

Galope vem, galope vai
E o mundo inteiro só
Me faz a mesma pergunta (BIS)

Nasceu o sol, raiou o dia
Por essa força se deduz
Que eu quero ver a tua lágrima
Brilhante como a luz

Pintei o meu dia com as cores do amor
Fantasmas e bruxos retornam pro além
E vejo sorrindo palhaços que sabem chorar
E uso essa força do mal para o bem

Responder
Todo mistério da vida
Pra quê
De onde vem essa força
Por quê
Se o importante é viver


Grito de Guerra

Vou caminhando entre flores e guerras
Vou deslizando entre o bem e o mal
Um pouco louco entre monstros e feras
Sou cavaleiro do juízo final
A esperança é uma flecha de fogo
Que faz arder no meu coração
Eu canto e grito de novo
Paz nesse mundo e união

(Refrão):
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai 2x
Ê ô ê ô aiaiaiaiaiai iaaaaaaaaaa

A minha espada é a voz com que eu canto
Voando leve livre como o Pardal
Você me beija e eu me perco no encanto
Olho pra vida fantasia real
A esperança é uma flecha de fogo
Que faz arder no meu coração
Eu canto e grito de novo
Paz nesse mundo e união


Beijo Em Alto Mar

Composição: Bell Marques

Eu nunca vi tantas flores lindas
Rosas tão belas assim nunca vi
Requebro, molejo, sensuais
Um dengo gostoso demais
Carnaval nunca acaba
Se você me faz um carinho
Quando ela chega o medo se vai
Traz um perfume na pele
Que me satisfaz
Bela flor, céu azul
Teu corpo no meu corpo, corpo nu
Aconchega no meu peito
Vem matar esse desejo sem fim
Me enche de esperança e vem dançar
Quero esse beijo nem que seja em alto mar
O teu ciume só me faz enlouquecer
Tô viajando nesse sonho de amor com você
Vem, vem pra cá
Quero esse beijo nem que seja em alto mar
Vem, me dizer
Tô viajando nesse sonho de amor com você


Se Tem Chiclete Eu Tô Lá

Composição: Alexandre Peixe

Iê, iê, iê, iê, iê
Iê, iê, iê, iê, iá
Iê, iê, iê, iê, iê
Hoje vai ter Chiclete
Pode crer que eu tô lá

Se tem Chiclete eu tô lá
Se tem Chiclete eu tô lá
Se tem Chiclete eu tô lá
Se tem Chiclete eu tô lá

Se tem Chiclete eu tô lá
Se tem Chiclete eu tô lá
Se tem Chiclete eu tô lá
Se tem Chiclete eu tô lá

No balanço do mar
Na pegada da areia
Tudo mudou de cor
Pra saldar Iemanjá

Foi no brilho do olhar
Que o farol incendeia
Faço tudo
Grito, pulo e choro por você
É de arrepiar

Abra a janela,
Deixe o som entrar
Mexa seu corpo
Vem chicletear

Abra um sorriso
Sinta o coração
Grite bem alto
Eu sou camaleão!!!


Dê Um Grito Aí

Ê o amor
O camaleão se apaixonou
Trocou sua pele sensual e colorida
Pra ficar mais bonito na avenida
E daí meu bem
Você pode gritar
Ah! Que beijo bom
Meu amor só você vai me dar
Ê ê eu quero levar
Você
Pra mim
Tu és a linda flor
Hoje eu vou te amar

Dê um grito aí
Faça a festa pra valer, lelê
Quero ver você dançar
Quero relaxar e responder
Te amo eu te amo!


Feitiço gelado

Composição: Thito Leghal / Bell Marques

Você é a minha vida, é meu beijo ardente
Minha esperança perdida, o jeito evolvente
Meu feitiço gelado, seu jeito encantado de ser
Meu beco sem saída, envenena meu corpo
Mistura o prazer
Minha Mata Atlântica, minha bela sereia
É a lua da noite, noite de lua cheia
Você é a minha sede, é o meu copo d'água
Meu amor destemido, é vidraça quebrada

Você mexe com minha cabeça
Maltrata o meu coração
Arrasa a minha mente
Eu morro de paixão
O seu olhar reclama
Ele quer você comigo
Me arrasa, me leva pra cama
Fazer um amor atrevido

És a história do livro, que acabei de ler
Meu desejo é um sonho, meu pecado é você
Você é o meu vício, meu céu a minha estrela
Um sorriso tão lindo, minha jóia faceira

Você mexe com minha cabeça
Maltrata o meu coração
Arrasar a minha mente
Eu morro de paixão
O seu olhar reclama
Ele quer você comigo
Me arrasa, me leva pra cama
Fazer um amor atrevido



Flutuar

Composição: Clori Roger

E os amores são
Pra quem sabe flutuar meu bem, meu bem
Quando a gente pensa em namorar
Pinta o quarto de azul
Com flores e sonhos pra enfeitar

E por trás das minhas paixões
Vejo nuvens de ilusões também, meu bem
Muitas borboletas a voar
Lá no céu que a gente tem

E hoje quando acordo eu te quero tanto
Quero o teu sorriso, quero a emoção
Quero uma vida muito louca e o paraíso para delirar

Por isso vem cá
Me trás o amor, me diz como foi
A maravilha que um dia te fez flutuar


Vumbora Amar


O vento faz rendez-vous
No seu cabelo alinhado
Acostumado com meu embolado
Acho que o passo é do seu sapato

Dona Naná tá danada
O santo dela desceu
A jangada tá lavada
Entre nela mais eu
Vumbora amar

Embora mais eu
Vumbora amar
Embora mais eu
Eu deixaria a areia
Coberta de você
No seu cabelo enrolado

Leve um cacho de dendê
Salte que o salto
É do seu sapato
Passe que o espaço
É do seu cavalgo


Beijo Cigano

Composição: Missinho e Oswaldo Menezes

oh, oh, oh, oh, oh ]
]
oh, oh, oh, oh ,oh ] 2x
]
oh, iô, iô, iô. oh, oh, oh ]
esse teu corpo cigano, morena, quero beijar
aroma e desejo, nosso cheiro no ar
balance e lance perfume incendeie bem mais
ao som do afroxe no brilho da paz
num grito de fe, internacionais
num grito de fe, internacionais
num grito de fe, internacionais
me da um beijo de açuca, maluca ]
] 2x
me da, me da, me da... ]
oh, oh, oh, oh, oh...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Músicas do Carnaval 2009

Cadê Dalila? (Ivete Sangalo)

Composição: Carlinhos Brown

Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
ligeiro, ligeiro, ligeiro....

Hem hem hem hem oooooo
Hem hem hem hem oooooo

Eu vi (vai levando)
Esse povo é VIP (vai levando)
Ninguém é triste (vai levando)
O futuro existe (vai levando)
Eu vi (vai levando)
O trio não para, Dodô (vai levando)
Batuqueiro não para, povo (vai levando)
O amor não para

Hem hem hem hem oooooo
Hem hem hem hem oooooo

Eu vi (vai levando)
Ta tudo preparado (vai levando)
Pra chegar la em cima (vai levando)
Quem quiser vem comigo (vai levando)
Eu vi (vai levando)
Motorista não para (vai levando)
Operário não para (vai levando)
A cidade não para

Hem hem hem hem oooooo
Hem hem hem hem oooooo

La vai la vai la vai
La vai o trio e o povo
Levanta coração, sujeito carinhoso (2x)

Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro
Vai buscar Dalila... vai buscar Dalila ligeiro



Beijar na Boca (Claudia Leitte)


Composição: Blanch Van Gogh / Roger Tom

Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça baixa sem ninguém me dar valor
Andava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)

Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)

(Refrão)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre (2x)

Já me livrei daquela vida tão vulgar
Me vacinei de tudo que podia me pegar
Corri atrás (tchururu)
Quem tenta faz (tchururu)

Eu ando muito a fim de experimentar
Meter o pé na jaca sem ter que me preocupar
Eu quero mais, mais, mais, mais...

(Refrão)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre (2x)

Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça tonta sem ninguém me dar valor
Andava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)

Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)

(Refrão)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre (2x)


Meu farol (VoaDois)

Composição: Samir, Fabinho O´brian e Rubem Tavares

Olha meu amor não fique longe
Tá todo perfeito o cenário para a gente se amar
Eu não sei por que você se esconde
O que é que há? O que é que há? O que é que há?

Olha meu amor não fique longe
Tá todo perfeito o cenário para a gente se amar
Eu não sei por que você se esconde
O que é que há? O que é que há? O que é que há?

Olha, eu sou seu menino
Você é meu grande amor
És minha rosa, eu sou seu beija flor

Tenha certeza não é amor de carnaval
Que saber, vou dizer, na real
A gente nasceu pra ficar juntos
Nasceu pra brilhar juntos
Eu seu porto
Você é o meu Farol


Saudade Dói (Jammil)

Composição: Manno Góes

Ah, que bom seria se eu soubesse
Quais as chaves para te prender
Quais as cores pra te ter comigo
Quais as frases certas pra dizer

E melhor ainda se eu tivesse
Um portal, uma máquina do tempo
Algo que te teletransportasse
Te trouxesse para mim no vento

Mas você foi pra muito longe
E a distância fere de verdade, yeah
Saudade

Saudade dói, dói, dói
Machuca o coração
Saudade dói, dói, dói, dói
Faz o amor virar solidão

Eu te espero como o mar
Espera pela embarcação
Como a flor espera a primavera
E o sol espera o verão

Eu te espero como o céu
Espera pelo avião
Como a lua espera o poeta
O amor espera o coração


Favela (Parangolé)


Composição: Léo Santana


Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Respeite o povo que vem dela

Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela

Ô já ta quase na hora do meu bonde passar
Levando a galera que faz as loucuras
Pega no batente dessa vida dura
Que acorda bem cedo para ir trabalhar
Ô mas que nunca perde sua fé
Que samba na ponta do pé
O alimento da alma é sonhar ÊÊ

Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Respeite o povo que vem dela

Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela

Não tem leotria idéia de preto
Que sobe as escadas e passa por becos
Conhece a noite ele mora do Gueto

Não tem leotria idéia de preto
Que sobe as escadas e passa nos becos
Conhece a rua ele mora do Gueto

Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Respeite o povo que vem dela

Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela


Cole Na Corda (Psirico)

Composição: Wostinho Nascimento / Marcio Victor - Uedson Péricles

Psirico passando é madeira é viola
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Venha venha venha venha venha

Psirico passando é madeira é viola
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda

É bacana esse som faz sua cabeça
Vem comigo meu povo descendo a ladeira
Pode vir como for
Parece um caldeirão
A batucada nos leva atrás do caminhão (Bis)


Psirico passando é madeira é viola
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Então cole na corda
Venha venha venha venha venha

O meu bloco a pipoca
Alegria vem atrás
Todo mundo todo mundo
Muita paz vem atrás
Vem atrás todo mundo
O baiano o turista
Toda mídia toda imprensa
Vem atrás bom de mais

Tchuco (É xeke)

Composição: Sinho Silva

Mas é que eu gosto mesmo é de fazer

Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo

Mas quem é que não tem uma fantasia de amor
Venha minha tchuquinha
Eu sou o seu cobertor
Amor de gueto é assim
É uma loucura sem fim
Não importa o dia nem hora
Em qualquer lugar pega fogo

É tão bom bom, é gostoso
É tão bom fazer o tchuco tchuco

(refrão)

Você é xeque-mate, xeque mate
Bote a mãozinha pra cima

Mas é que eu gosto mesmo é de fazer

Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo

E se parar a galera quer de novo!!!


Balançaê (tomate)


Hei, vem ver, vem ver, vem ver o caminhão passar
O terreiro cantar pro mar
Vem ver o chão tremer ê, ê...

Tem gente que sobe e que desce ladeira
Pra ver como é
O trio quando passa levanta a poeira
Sacode a maré
Vem gente de todo canto
Pra ver de perto esse encanto
Pra balançar

Balaçaê, Balançaê papá
Balançaê
Quero ver sacudir levantar
Balançaê
Quero ver sacudir levantar
Balançaê
Quero ver, quero ver balançar











É Amor (Araketu)


Cansei de representar esse papel
Com toda essa bondade
Ainda vou pro Céu
Não sei por que eu não digo
Fico escondendo o motivo
Pra viver assim

Sempre que você me liga pra falar
Chora por mais um amor que acabou de acabar
Eu fico ouvindo calada
Eu sempre estou ao seu lado
Pra te consolar

Eu sei de tudo que eu quero
Eu quero pra ser sincero
É abrir seus olhos e te mostrar


Que é amor ôô
Que não se acaba mais
Se você for ôô Embora
Eu vou atrás...

Que é amor ôô
E agora, já não dá mais
Pra não se expor ôô
E fingir que tanto faz

A gente tem tanta coisa em comum
E seus maiores segredos já sei um por um
Quero te ter ao meu lado
Não é nenhum pecado eu querer sonhar

Eu sei de tudo que eu quero
Eu quero pra ser sincero
É te calar, num beijo e te mostrar...

Que é amor ôô
Que não se acaba mais
Se você for ôô Embora
Eu vou atrás...

Que é amor ôô
E agora, já não dá mais
Pra não se expor ôô
E fingir que tanto faz!

Que é amor...que não se acaba mais...
Se você for...embora, eu vou atrás!







quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Nosso Senhor do Bonfim

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Mais de um milhão de baianos participam da Lavagem do Bonfim.






Tradição existe há 264 anos em Salvador.



Evento é celebrado por católicos e seguidores do candomblé.









Mais de um milhão de pessoas participaram da Lavagem do Bonfim, na Bahia, nesta quinta-feira (15). A Procissão começou na Cidade Baixa de Salvador e seguiu até a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim.



Tradicionalmente a igreja fica fechada, mas este ano a janela e a porta central foram abertas e um padre abençoou os fiéis presentes.

As baianas lavaram e perfumaram as escadarias com água de cheiro.

Esta é a maior festa religiosa da Bahia, celebrada por adeptos de várias crenças, entre católicos e seguidores do candomblé. A devoção ao Senhor do Bonfim surgiu há 264 anos.















Hino do Senhor do Bonfim



composição: Joao Antonio Wanderlei-peiton De Vilar









glória a ti neste dia de glória



glória a ti redentor que há cem anos



nossos pais conduziste à vitória



pelos mares e campos baianos






desta sagrada colina



mansão da misericórdia



dai-nos a graça divina



da justiça e da concórdia






glória a ti nessa altura sagrada



és o eterno farol, és o guia



és, senhor, sentinela avançada



és a guardo imortal da bahia.






dessa sagrada colina



mansão da misericórdia



dai-nos a graça divina



da justiça e da concórdia






aos teus pés que nos deste o direito



aos teus pés que nos deste a verdade



trata e exulta num férvido preito



a alma em festa da nossa cidade






desta sagrada colina



mansão da misericórdia



dai-nos a graça divina



da justiça e da concórdia

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

SALVADOR A CIDADE DO AMOR (Caio Alves)


Do olodum
ao ara ketu.
Da praça Castro Alves
ao pelô.
Todo mundo curte
o carnaval de Salvador.

Do Curuzu
ao campo grande.
O ilê com seu vovô
desfila com amor.

Do lacerda
ao tororó.
Do abaeté
ao fazendão.
O baiano é tricolor com muito amor.

Salvador cidade do amor.
Salvador cidade da paixão.
Salvador cante comigo agora,
o refrão dessa canção.

Quem já não pulou
carnaval em Salvador.
No swing do olodum
é o terror.
A praça Castro Alves enche de amor.

Pelourinho das suas ladeiras.
Pelourinho da sua cor.
Pelourinho das suas igrejas.
Pelourinho bate forte no tambor.

Caio Alves (9/07/2007)