













Michael Jackson, considerado o Rei do Pop, morreu na tarde desta quinta-feira (25) após sofrer parada cardíaca e ser levado às pressas para o hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles. O cantor de 50 anos não estava respirando quando os paramédicos chegaram à sua casa e deu entrada no hospital em estado de coma.
A morte de Jackson foi confirmada pelo porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles, Fred Corral, em entrevista à rede de TV CNN pouco antes das 20h30, horário de Brasília.
Discografia
Michael Jackson gravou nove álbuns solo de 1972 a 2001. Confira a discografia completa do rei do pop:
- 1972 - "Got to be there", Motown
- 1972 - "Ben", Motown
- 1973 - "Music and Me", Motown
- 1975 - "Forever, Michael", Motown
- 1979 - "Off the wall", Epic
- 1982 - "Thriller", Epic
- 1987 - "Bad", Epic
- 1991 - "Dangerous", Epic
- 1995 - "HIStory, past, present, future", Epic
- 2001 - "Invincible", Epic.
G1
Navio Negreiro de Castro Alves
Uma das obras mais importantes do poeta
Foto do poeta Castro Alves
I
'Stamos em pleno mar. Doudo no espaço
Brinca o luar - dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.
'Stamos em pleno mar. Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
- Constelações do líquido tesouro...
'Stamos em pleno mar. Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...
'Stamos em pleno mar. Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...
Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.
Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo - o mar em cima - o firmamento.
E no mar e no céu - a imensidade!
Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa!
Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra - é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...
Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar - doudo cometa!
Albatroz! Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz! Albatroz! dá-me estas asas.
II
Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após.
Do Espanhol as cantilenas
Requebradas de langor,
Lembram as moças morenas,
As andaluzas em flor!
Da Itália o filho indolente
Canta Veneza dormente,
- Terra de amor e traição,
Ou do golfo no regaço
Relembra os versos de Tasso,
Junto às lavas do vulcão!
O Inglês - marinheiro frio,
Que ao nascer no mar se achou,
(Porque a Inglaterra é um navio,
Que Deus na Mancha ancorou),
Rijo entoa pátrias glórias,
Lembrando, orgulhoso, histórias
De Nelson e de Aboukir.. .
O Francês - predestinado -
Canta os louros do passado
E os loureiros do porvir!
Os marinheiros Helenos,
Que a vaga jônia criou,
Belos piratas morenos
Do mar que Ulisses cortou,
Homens que Fídias talhara,
Vão cantando em noite clara
Versos que Homero gemeu ...
Nautas de todas as plagas,
Vós sabeis achar nas vagas
As melodias do céu!
III
Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais, inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí. Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!
IV
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!
No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."
E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...
V
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!
Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são? Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!...
São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . .
São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma - lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael.
Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis...
Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
Adeus, ó choça do monte,
Adeus, palmeiras da fonte!...
Adeus, amores... adeus!...
Depois, o areal extenso...
Depois, o oceano de pó.
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer.
Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão!
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus,
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus?!...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Do teu manto este borrão?
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! ...
VI
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...
Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!







Se quer me levar amor
Me leve pro horizonte
Do caminho bem distante
Aonde exista só nós dois
Estou feliz
Com o coração palpitando
Você me tem
Sempre em todos os seus planos
Penso contente em você
Quando preciso te ver
Vou à rua fico na lua
À procura do teu sinal
Se me chamar eu vou
Ao som que furta cor
Que furta coração
Que leva emoção, eu vou, eu vou
Se teu beijo cair lá do céu
Que caia por cima de mim
E todo lampejo de mel
Que caia por cima de mim amor
Ê, ê, ê, ê, ô
Ê, ê, ê... ê, ô, ê, ô
Vem
O amor é um vício que a vida tem
Onde nasce se rompe no choro de alguém
Sem eco no fundo desse amor
Olha o que eu sou pra você, oh, meu bem
Só me dê alegria pra eu viver
Meu amor, meu amor, não me deixe sozinho
Pois a vida é uma só
Nossa vida é uma só
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, ê, ô, ô, ô
Lá, lá, lá, lá, lá, ê, ô, ê, ô
Vem
Esquece meus erros perdoa e vem
Deixe de pirraça, me abraça e vem
Tudo de faz pelos braços de alguém
Pra te espiar
Eu dou a volta no seu muro
Eu pulo seu muro
Pra te encontrar
Eu dou a volta no seu mundo
Eu mudo seu mundo
Faço o que quiser de brincadeira
Carrossel no céu, selva branca
E nascer em cada estrela a novidade
Que o muro do seu mundo era saudade
Porque não dizer, posso derreter
Moranguinho no copinho
Esperando por você
Quanto mais sorvete
Quero seu calor
Quanto mais desejos de amor
Quanto mais sorvete
Quero seu calor
Quanto mais desejos de amor
Eu nunca vi tantas flores lindas
Rosas tão belas assim nunca vi
Requebro, molejo, sensuais
Um dengo gostoso demais
Carnaval nunca acaba
Se você me faz um carinho
Quando ela chega o medo se vai
Traz um perfume na pele
Que me satisfaz
Bela flor, céu azul
Teu corpo no meu corpo, corpo nu
Aconchega no meu peito
Vem matar esse desejo sem fim
Me enche de esperança e vem dançar
Quero esse beijo nem que seja em alto mar
O teu ciume só me faz enlouquecer
Tô viajando nesse sonho de amor com você
Vem, vem pra cá
Quero esse beijo nem que seja em alto mar
Vem, me dizer
Tô viajando nesse sonho de amor com você
Você é a minha vida, é meu beijo ardente
Minha esperança perdida, o jeito evolvente
Meu feitiço gelado, seu jeito encantado de ser
Meu beco sem saída, envenena meu corpo
Mistura o prazer
Minha Mata Atlântica, minha bela sereia
É a lua da noite, noite de lua cheia
Você é a minha sede, é o meu copo d'água
Meu amor destemido, é vidraça quebrada
Você mexe com minha cabeça
Maltrata o meu coração
Arrasa a minha mente
Eu morro de paixão
O seu olhar reclama
Ele quer você comigo
Me arrasa, me leva pra cama
Fazer um amor atrevido
És a história do livro, que acabei de ler
Meu desejo é um sonho, meu pecado é você
Você é o meu vício, meu céu a minha estrela
Um sorriso tão lindo, minha jóia faceira
Você mexe com minha cabeça
Maltrata o meu coração
Arrasar a minha mente
Eu morro de paixão
O seu olhar reclama
Ele quer você comigo
Me arrasa, me leva pra cama
Fazer um amor atrevido
O vento faz rendez-vous
No seu cabelo alinhado
Acostumado com meu embolado
Acho que o passo é do seu sapato
Dona Naná tá danada
O santo dela desceu
A jangada tá lavada
Entre nela mais eu
Vumbora amar
Embora mais eu
Vumbora amar
Embora mais eu
Eu deixaria a areia
Coberta de você
No seu cabelo enrolado
Leve um cacho de dendê
Salte que o salto
É do seu sapato
Passe que o espaço
É do seu cavalgo
oh, oh, oh, oh, oh ]
]
oh, oh, oh, oh ,oh ] 2x
]
oh, iô, iô, iô. oh, oh, oh ]
esse teu corpo cigano, morena, quero beijar
aroma e desejo, nosso cheiro no ar
balance e lance perfume incendeie bem mais
ao som do afroxe no brilho da paz
num grito de fe, internacionais
num grito de fe, internacionais
num grito de fe, internacionais
me da um beijo de açuca, maluca ]
] 2x
me da, me da, me da... ]
oh, oh, oh, oh, oh...
Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça baixa sem ninguém me dar valor
Andava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)
Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)
(Refrão)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre (2x)
Já me livrei daquela vida tão vulgar
Me vacinei de tudo que podia me pegar
Corri atrás (tchururu)
Quem tenta faz (tchururu)
Eu ando muito a fim de experimentar
Meter o pé na jaca sem ter que me preocupar
Eu quero mais, mais, mais, mais...
(Refrão)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre (2x)
Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça tonta sem ninguém me dar valor
Andava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)
Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)
(Refrão)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre (2x)
Composição: Léo Santana
Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Respeite o povo que vem dela
Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Ô já ta quase na hora do meu bonde passar
Levando a galera que faz as loucuras
Pega no batente dessa vida dura
Que acorda bem cedo para ir trabalhar
Ô mas que nunca perde sua fé
Que samba na ponta do pé
O alimento da alma é sonhar ÊÊ
Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Respeite o povo que vem dela
Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Não tem leotria idéia de preto
Que sobe as escadas e passa por becos
Conhece a noite ele mora do Gueto
Não tem leotria idéia de preto
Que sobe as escadas e passa nos becos
Conhece a rua ele mora do Gueto
Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Respeite o povo que vem dela
Favela Ê Favela
Favela eu sou Favela
Favela Ê Favela
Mas é que eu gosto mesmo é de fazer
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Mas quem é que não tem uma fantasia de amor
Venha minha tchuquinha
Eu sou o seu cobertor
Amor de gueto é assim
É uma loucura sem fim
Não importa o dia nem hora
Em qualquer lugar pega fogo
É tão bom bom, é gostoso
É tão bom fazer o tchuco tchuco
(refrão)
Você é xeque-mate, xeque mate
Bote a mãozinha pra cima
Mas é que eu gosto mesmo é de fazer
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, gostoso
Tchuco, tchuco, tchuco, tchuco, do povo
E se parar a galera quer de novo!!!
Hei, vem ver, vem ver, vem ver o caminhão passar
O terreiro cantar pro mar
Vem ver o chão tremer ê, ê...
Tem gente que sobe e que desce ladeira
Pra ver como é
O trio quando passa levanta a poeira
Sacode a maré
Vem gente de todo canto
Pra ver de perto esse encanto
Pra balançar
Balaçaê, Balançaê papá
Balançaê
Quero ver sacudir levantar
Balançaê
Quero ver sacudir levantar
Balançaê
Quero ver, quero ver balançar
Cansei de representar esse papel
Com toda essa bondade
Ainda vou pro Céu
Não sei por que eu não digo
Fico escondendo o motivo
Pra viver assim
Sempre que você me liga pra falar
Chora por mais um amor que acabou de acabar
Eu fico ouvindo calada
Eu sempre estou ao seu lado
Pra te consolar
Eu sei de tudo que eu quero
Eu quero pra ser sincero
É abrir seus olhos e te mostrar
Que é amor ôô
Que não se acaba mais
Se você for ôô Embora
Eu vou atrás...
Que é amor ôô
E agora, já não dá mais
Pra não se expor ôô
E fingir que tanto faz
A gente tem tanta coisa em comum
E seus maiores segredos já sei um por um
Quero te ter ao meu lado
Não é nenhum pecado eu querer sonhar
Eu sei de tudo que eu quero
Eu quero pra ser sincero
É te calar, num beijo e te mostrar...
Que é amor ôô
Que não se acaba mais
Se você for ôô Embora
Eu vou atrás...
Que é amor ôô
E agora, já não dá mais
Pra não se expor ôô
E fingir que tanto faz!
Que é amor...que não se acaba mais...
Se você for...embora, eu vou atrás!


